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Com a possibilidade de ver seu time representante na Série A do Campeonato Brasileiro se mudar em 2010 para Presidente Prudente, no interior do estado de São Paulo, a prefeitura de Barueri se manifestou nesta segunda-feira.
Por meio de uma nota oficial, a secretaria Municipal de Esportes concordou em discutir as exigências feitas pelo Grêmio Barueri para seguir na região, mas com uma ressalva: a “devolução” do clube à população.
Recentemente, a diretoria do Grêmio Barueri havia admitido a possibilidade de mudar sua sede. Para permanecer na cidade, porém, algumas exigências foram feitas: locação, concessão de uso e manutenção por três anos da Arena e do centro de treinamento, além da concessão de uso e manutenção de campos de futebol para a equipe de base.
Em comunicado oficial assinado por José Calil, secretário de Esportes de Barueri, a prefeitura aceitaria todas as exigências que haviam sido feitas. Em contrapartida, a prefeitura fazia “apenas uma reivindicação: que o clube seja devolvido ao povo da cidade.”
No comunicado, Calil explica que em julho de 2008 “o Grêmio Barueri foi transformado em empresa privada, cujos donos são o presidente, o filho dele e mais quatro amigos”.
O documento acusa essa mudança de ter sido feita “à revelia de toda a cidade, sem que, rigorosamente ninguém, além dos seis beneficiados, tivessem conhecimento.”
No caso, quando o Barueri se “emancipou” da prefeitura barueriense, o presidente em questão era Walter Sanches. O dirigente se licenciou em abril de 2009 por tempo indeterminado, por problemas de saúde, e Marcos Antônio Monteiro de Almeida assumiu interinamente a função.
fonte: uol.